O interior era sombrio, iluminado por telas de máquinas caça-níqueis que piscavam luzes coloridas e faziam barulhos eletrônicos enjoativos.
Uns poucos homens e mulheres mais velhos, com olhos vidrados, se aglomeravam nas máquinas ou em uma mesa de baralho no fundo.
E então, eu o vi.
Sentado em um banco alto no balcão do bar, com um copo de cerveja pela metade na frente, e o olhar perdido na tela de uma TV de tubo que passava uma corrida de cavalos.
Luis Eduardo.
Estava mais magro e velho do