Mundo de ficçãoIniciar sessão(visão de Mariana)
O ônibus estava me deixando num estado de claustrofobia e pensamentos em loop.
Precisava de ar, espaço e algo que me lembrasse de um tempo mais simples. Quando o motorista anunciou a parada perto da praia, não pensei duas vezes e desci.
O ar salgado me atingiu como um abraço familiar, um pouco áspero, mas reconfortante.
Eram 11:40 e a brisa do mar varria a avenida, agitando os toldos dos quiosques.
Caminhei até um restaurante simples, de mesa de plástico e cadeiras desgastadas, onde eu e minha mãe sempre víamos depois de um dia na areia.
O "Peixe na T







