A euforia da notícia de que meu pai seria solto na próxima semana ainda vibrava em cada célula do meu corpo, mas, conforme os minutos passavam, a realidade prática começava a se impor.
Eu andava de um lado para o outro na sala da mansão, mordendo o lábio inferior, com o celular na mão e a mente trabalhando em velocidade máxima.
— Mariana, senta um pouco. Você vai acabar abrindo um buraco no tapete — a voz de Rodrigo soou calma, mas eu sentia seu olhar atento me seguindo.
— Eu preciso resolver