Jasmine
— Deixa de marra, menina! — Marrento ralha antes que o Cicatriz chegue a fazer a pergunta. Ele segura firme no meu braço e me puxa rudemente para fora do escritório. Contudo, me livro do seu agarre com violência.
— Não precisa me tocar! Eu vou sozinha — rosno ríspida. Ele pressiona o maxilar, me encara com raiva, mas logo o noto relaxar. Em silêncio, saímos do escritório e enquanto ele segue na minha frente, guiando-me para uma escada que leva a dois lados diferentes da casa, eu procuro