(Carro de Lucas, 2h10)
Angel
Lucas descansou a testa na minha, os olhos fechados, a respiração irregular.
— Isso não pode acontecer — ele murmurou, mesmo enquanto sua mão descia pelo meu pescoço, meu ombro, meu braço, como se memorizando cada curva.
— Mas já aconteceu — respondi, desafiadora.
Para provar meu ponto, minhas mãos deslizaram sob sua camisa, sentindo os músculos tensos.
— Então para de lutar. — Minha voz saiu baixa, urgente. — Para de fugir de mim, Lucas.
Ele não respondeu com palav