ANYA DOMINUS — MESES DEPOIS.
Alguns mundos mudam devagar… outros começam dentro de si.
Os últimos dias têm sido um borrão.
Um borrão quente.
Um borrão intenso.
Um borrão onde cada toque dele parece despertar algo dentro de mim que eu não sabia que existia — algo primitivo, perigoso, real demais para ser ignorado.
O pior — ou talvez o melhor — é que Orion nunca força nada.
Ele toca como quem aprende, descobre, memoriza.
Como se cada centímetro da minha pele fosse um mapa que ele precisa