ANYA DEVEREUX.
Quando o amor vira memória, o corpo vira templo interditado.
Pouco tempo depois que Orion sai abruptamente do quarto, a porta se abre novamente com um rangido suave e, desta vez, é a rainha quem entra. Ela caminha devagar e deliberadamente até mim, os olhos suaves, porém carregados de uma tristeza silenciosa e profunda. A presença dela é reconfortante de alguma forma, trazendo uma sensação maternal que me faltou nos últimos dias, mas também me lembra cruelmente da gravidade da s