Enquanto Daniela chorava dentro do quarto, Antonino caminhava com Enzo pela praia observando o garoto catar conchas do mar.
Uma onda veio forte e respingou água neles quando bateu de encontro às rochas e foi naquele exato momento que o telefone dele tocou pela segunda vez; a primeira foi quando estava à mesa, tomando café.
Ele olhou a tela e não reconheceu o número, mas atendeu.
— Alô?
— Bom dia, querido — era a voz de Claudina, do outro lado da linha.
— Você não devia telefonar para mim.
Cla