— Espero que reconheça logo sua companheira. — Murmurei, a voz arranhada, desviando o olhar.
— Sempre podemos procurar ajuda. — Insisti, enquanto colhia as ervas curativas que brotavam entre as pedras. Esfreguei-as entre as palmas até que exalaram o sumo verdejante e, então, voltei-me para ele. — Se me permitir aplicar isto, a ferida fechará mais depressa.
— Hmm. — Resmungou ele. Sem acrescentar palavra, abaixou-se e deixou-se ficar no chão.
Passei a observá-lo ali, imponente mesmo sentado, e pe