— O que você quer de mim, fêmea?
Fiquei a observá-lo, incrédula. A voz era profunda, inconfundivelmente humana.
— Você… você consegue falar? — Balbuciei.
— Veio até aqui só para saber se eu falo ou não? — Ele afastou-se e sentou-se junto a uma rocha. Acompanhei-o.
— Preciso da pétala da vida. — Anunciei. Ele lançou-me um olhar de relance.
— Terá de desafiar-me e vencer para obtê-la. — Rosnou, a voz grave. — Acha que consegue, Ômega?
— Ômega? — Repetiu-se nos meus lábios. — Você sabe o que eu sou