LAIKA
— Estão felizes agora? — Indagou ancião Akim, fitando-nos. — Contemplem o sangue destas pessoas, derramado pela desobediência e pelo egoísmo de vocês.
Antes que eu piscasse, Karim já se erguera e seus dedos crispavam-se em torno do pescoço de ancião Akim, erguendo-o do solo. Endireitei-me num ímpeto.
— Karim, Karim, solta ele. — Roguei. Ele voltou o olhar para mim e deixou o ancião cair. Ofegante, o homem passou a tossir. — Esta batalha não é contra o seu próprio povo, Karim, e sim contra