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Capítulo 5 - Gozar não é superestimado

Olhar para meu peito pingando com a excitação de Andrea, me deixou ainda mais com tesão e eu sabia que teria que me segurar muito para não encher ela com minha porra rápido demais. 

Ela se aproximou do meu ouvido e me disse:

— Posso fazer com você o que eu quiser? 

— E o que você quer, hein? 

— Quero montar em você!

Por um momento, quase neguei. Eu sabia que se ela sentasse no meu pau eu ia ter que ser muito forte para não desmoronar rapidamente. Em contrapartida, cada parte do meu ser queria sentir ela deslizando nele em todos os ritmos possíveis e poder apreciar cada movimento, então eu assenti. 

Sentei no sofá e ela rapidamente subiu no meu colo para se ajustar. Em seguida, segurou meu pau e começou a massagear ele e a pincelar a cabeça em sua entrada. Ela entrou devagar até empurrar até o talo, e cada centímetro do meu ser se agitou. Ela tinha uma boceta quente e era muito apertada, e eu poderia jurar que ela era virgem, mas ela sabia muito bem o que estava fazendo para quem nunca tinha transado. 

Ela envolveu seus braços no meu pescoço e aos poucos começou a quicar em mim. Deslizei minhas mãos até sua cintura e acompanhei seus movimentos enquanto apertava sua carne. A cada estocada, ela gemia mais e mais alto, e eu perdia ainda mais o controle. Joguei minha cabeça para trás e antes que eu não aguentasse mais, levei uma das mãos abaixo da sua bunda e a outra atrás do seu pescoço e a levantei para mudar de posição. Assim que ela percebeu o que eu ia fazer, senti que seu semblante mudou. 

— Dante, eu sou muito pesada! Tenho quase 90 kg, você não vai me aguentar.

— Calma, meu amor, seu peso não me afeta em nada.

Coloquei ela sentada no sofá, com a bunda na beirada, e segurei suas pernas abertas contemplando a visão de sua boceta rosadinha. Me abaixei e comecei a chupá-la freneticamente até que ela gozasse de novo e quando aconteceu, enterrei meu pau em movimentos rápidos, fazendo-a se molhar mais um pouco. Foi a primeira vez que eu tinha visto uma mulher gozar tantas vezes seguidas, e isso me deixou ainda mais satisfeito. Comecei a esfregar seu clitóris em movimentos circulares com meu polegar enquanto penetrava em um ritmo mais lento, arrancando gemidos carregados de prazer dela.

— Dante… Assim não vou aguentar.

— Shhh… aguenta sim. Seja bem boazinha, porque eu não estou nem perto de terminar com você.

Mudei Andrea de posição e a coloquei de quatro no sofá. Tudo estava acontecendo de forma quase instintiva, e não precisávamos de palavras para entender o que o outro queria. Havia sintonia nos movimentos, uma entrega silenciosa que tornava tudo ainda mais intenso.

Ela acompanhava cada gesto meu com naturalidade, sem hesitação, como se já soubesse das minhas intenções. 

Andrea segurou com as duas mãos em volta do sofá e empinou o rabo pra mim. Fiquei contemplando aquela visão. A boceta dela estava pingando, e daquela posição dava pra ver o formato perfeitamente. Até o cuzinho estava bem desenhado no meu campo de visão, e fiquei muito tentado a comer aquela bunda, mas não sou um homem deselegante. 

Sei que sexo anal é algo delicado para as mulheres e estou muito ciente de que não se pode sair entrando no cu de ninguém sem o consentimento da pessoa e sem conversar antes, então deixei essa vontade de lado. 

Empurrei meu pau na boceta dela lentamente e fui acelerando os movimentos aos poucos. Inclinei-me sobre ela, aproximando meus lábios de seu pescoço, respirando contra sua pele enquanto mantinha a mão firme em sua cintura. Em um impulso mais ousado, deslizei a mão até a base de seu pescoço, apenas segurando ali, sem pressionar, deixando implícita a força que poderia usar, mas escolhendo o controle.

Ela não recuou. Pelo contrário. O jeito como arqueou o corpo e acompanhou meus movimentos deixava claro que entendia exatamente a tensão daquele gesto, não como ameaça, mas como parte do jogo silencioso de poder que se estabelecia entre nós.

Cada minuto que passava, eu sentia que estava mais perto de gozar e, mesmo inebriado com prazer, me lembrei de que jorrar dentro dela poderia ser arriscado, então para não cortar o tesão de imediato, tive uma brilhante ideia.

— Você é tão gostosa, Andrea! Sua boceta apertadinha está me fazendo delirar, mas, se tem uma coisa que quero agora, é encher sua boca de porra.

Não precisei dizer mais nada. Imediatamente ela mudou de posição e ficou de joelhos de frente pra mim, colocando a língua para fora. Não esperei nem mais um segundo e comecei a me masturbar. Em cada movimento, a cabeça do meu pau roçava nos seus lábios, e caralho, ver ela daquele jeito, como se tivesse implorando para me ver desmanchar, foi o suficiente pra me fazer gozar ainda mais rápido e encher a boca dela com meu esperma. 

E, para me provocar ainda mais, ela engoliu tudo e passou a língua pelos lábios para não perder nem uma gota. 

Caímos no sofá completamente suados e exaustos de prazer.

— Nossa! — eu disse, ofegante — isso foi inesperado! 

Andrea não disse nada. Apenas sorriu e segurou minha mão com delicadeza, guiando-me até o banheiro.

Não precisei de palavras para entender o convite implícito: ela queria que tomássemos banho juntos, e eu estava mesmo ansiando por um banho. 

Ela ligou o chuveiro e entrou debaixo da água naturalmente. O som constante da água preenchia o banheiro enquanto o vapor começava a subir lentamente, tornando o ar mais quente e denso.

Fiquei observando-a por um instante. A água escorria pelos cabelos dela e descia devagar por seus ombros, acompanhando as curvas do seu corpo antes de desaparecer pelo ralo. Havia algo hipnotizante naquele movimento simples.

Não consegui resistir.

Aproximei-me por trás e segurei suavemente a base do seu pescoço, guiando-a até a parede do box. O azulejo frio contrastava com o calor da água e com o calor do corpo dela. Andrea virou o rosto na minha direção, os cabelos molhados colando levemente na pele.

Por um segundo, ficamos apenas ali, próximos demais, respirando o mesmo ar quente cheio de vapor.

Então eu a beijei.

O beijo começou intenso, urgente, e Andrea respondeu no mesmo instante, envolvendo meu corpo com os braços enquanto a água quente caía sobre nós dois. Meus dedos deslizaram com facilidade pela pele molhada dela, e cada movimento parecia ainda mais sensível por causa da água.

O tempo ali dentro pareceu perder completamente o ritmo. O único som era o do chuveiro e da nossa respiração entrecortada enquanto trocamos beijos demorados, deixando que aquele momento se prolongasse sem pressa.

Ficamos assim por vários minutos, entre risos baixos, carícias e o calor da água envolvendo nossos corpos.

Quando finalmente desligamos o chuveiro, o banheiro estava tomado pelo vapor.

Andrea pegou uma toalha e me entregou um roupão com um sorriso tranquilo, como se tudo aquilo tivesse sido a coisa mais natural do mundo.

Secamos o corpo rapidamente e seguimos juntos para a sala. O ar do apartamento parecia até mais frio depois do calor do banho.

Chegando lá, peguei meu celular e me assustei com o horário. Não tinha percebido que já eram quase sete da noite, nem que o céu lá fora já estava escuro.

— Nossa… a hora passou voando. Nem percebi que já escureceu.

Andrea encostou levemente no sofá, observando-me com aquele mesmo sorriso tranquilo de antes.

— Andrea, acho que precisamos conversar sobre o que aconteceu — falei, tentando manter um tom casual. — Foi muito bom o que rolou entre a gente, mas… você tem namorado.

Fiz uma pequena pausa e completei em tom brincalhão:

— E eu, sinceramente, não quero morrer. Só tenho vinte e cinco anos e ainda tenho a vida inteira pela frente.

Andrea não respondeu imediatamente. Ela apenas me observou por alguns segundos, inclinando levemente a cabeça, avaliando cada palavra que eu tinha dito.

Então soltou uma pequena risada. 

— Não se preocupe com ele. Cláudio não é ciumento… e, além disso, temos um relacionamento aberto.

— Sério? — perguntei, erguendo as sobrancelhas. — Como funciona isso?

Claro que eu sabia o que era um relacionamento aberto, mas ainda assim aquilo me pegou de surpresa.

Andrea deu de ombros, como se fosse a coisa mais simples do mundo.

— É bem simples, na verdade. Cada um de nós pode sair com quem quiser, quando quiser. Nenhum dos dois interfere nas escolhas do outro.

Ela fez uma pequena pausa antes de completar, com um leve sorriso:

— Às vezes até compartilhamos as mesmas pessoas.

— Hum… interessante — respondi. — Ainda assim, é uma dinâmica um pouco diferente. Imagino que só funcione para quem tem a mente bem aberta. Mas, se dá certo pra vocês, então está tudo bem.

Andrea me observou por um instante antes de eu perguntar:

— Você jura que não vou ter problemas com isso?

— Claro. Confie no que estou dizendo — disse ela.

— Tudo bem — respondi, ainda um pouco desconfiado.

Olhei novamente para o celular e suspirei.

— Bom… já está ficando tarde. Acho que você também deve estar cansada. Melhor eu ir.

Andrea arqueou levemente as sobrancelhas.

— Na verdade, eu ia te fazer um convite para ficar… passar a noite aqui.

Por um momento, fiquei em silêncio. Ainda havia uma pequena desconfiança na minha cabeça, mas, para ser honesto, eu também não queria ir embora.

Eu sempre carregava uma muda de roupa e alguns produtos de higiene na mochila, um hábito antigo para emergências. Curiosamente, aquela parecia ser a primeira vez em que eu realmente teria um bom motivo para usá-los.

— Tudo certo, eu fico então. 

Andrea sorriu, claramente satisfeita com a resposta, e voltou a se sentar ao meu lado no sofá. Ficamos alguns segundos em silêncio, assimilando tudo o que tinha acontecido naquele dia.

— Sabe de uma coisa? — ela disse de repente.

— O quê?

— A gente passou o dia inteiro junto, estudou, almoçou, tomou banho… e fez um monte de outras coisas — ela falou com um sorriso divertido — mas ainda não trocamos telefone.

Soltei uma risada.

— Verdade. Isso é meio estranho, agora que você falou.

Peguei o celular e desbloqueei a tela.

— Me passa o seu.

Andrea se aproximou um pouco mais para digitar o número. O perfume dela voltou a me atingir, misturado ao cheiro fresco do banho recente, enquanto eu observava seus dedos deslizando pela tela do celular.

— Pronto — ela disse. — Agora você já pode me incomodar quando quiser.

— Acho que o risco maior é o contrário — respondi, salvando o contato.

Ela pegou o telefone dela e salvou meu número também.

— Assim fica mais fácil de a gente combinar nossos… estudos — comentou, com um olhar cheio de segundas intenções.

Eu ri.

— Acho que esses estudos podem acabar ficando bem interessantes.

Andrea levantou-se do sofá.

— Espera um pouco.

Ela caminhou até a cozinha e voltou com uma garrafa de vinho e duas taças.

— Acho que a gente merece brindar esse dia — disse, enchendo as duas.

Peguei a taça que ela me estendia.

— Ao quê exatamente? — perguntei.

Ela pensou por um instante e sorriu.

— Ao acaso… ou ao destino.

Encostamos as taças e bebemos um gole. O vinho era suave e desceu fácil depois de tudo o que tinha acontecido.

Sentamos novamente no sofá, agora bem mais relaxados.

— Então — Andrea começou — por que você escolheu Ciência da Computação?

Dei de ombros.

— Sempre gostei de lógica. Quando tive meu primeiro computador, ainda adolescente, comecei a mexer em tudo o que podia. Primeiro curiosidade, depois programação básica… quando percebi, já estava decidido.

Ela girou a taça entre os dedos.

— Eu sempre achei programação meio… intimidadora, mas eu quis me arriscar mesmo assim. Não escolhi Ciência da Computação, o curso de Sistemas de Informação é bem parecido. Temos algumas matérias em comum neste período.

— É normal no começo — respondi. — Parece um monte de coisa complicada, mas no fundo é só resolver problemas passo a passo.

— É por isso que cálculo me dá dor de cabeça — ela disse, rindo. — Às vezes parece que estou tentando decifrar um idioma alienígena.

— Espera chegar nas matérias de estrutura de dados — brinquei. — Aí você vai sentir saudade de cálculo.

Ela fez uma careta divertida.

— Não me assusta assim.

Conversamos por mais um tempo sobre a faculdade, professores exigentes, trabalhos em grupo e as matérias que ainda teríamos que enfrentar nos próximos semestres.

Era curioso como a conversa fluía com facilidade. Depois de tudo o que tinha acontecido entre nós naquele dia, eu esperava um clima estranho ou constrangedor, mas não era nada disso. Pelo contrário. Parecia que nos conhecíamos há muito mais tempo.

Em algum momento, Andrea se aproximou mais de mim no sofá e encostou a cabeça no meu ombro.

Eu parei de falar no meio de uma frase quando senti o peso leve dela. Olhei de lado, achando que ela ainda estava ouvindo, mas percebi que os olhos dela já estavam fechados. A respiração calma, o corpo relaxado… ela tinha simplesmente apagado ali.

Um sorriso escapou sem que eu percebesse.

— Sério isso? — murmurei baixo, mais pra mim do que pra ela.

Fiquei alguns segundos ali, sem me mexer, só observando, e eu poderia passar horas fazendo isso e não me cansaria.

Devagar, peguei ela no colo. Ela se mexeu de leve, mas não acordou, só apoiou a cabeça no meu peito.

Levei ela até o quarto, colocando-a na cama com cuidado. Por um segundo, achei que ela fosse acordar; puxei a coberta e a cobri, ajeitando até o ombro. Ela murmurou algo baixo, incompreensível, e virou um pouco de lado e continuou dormindo.

Fiquei ali por um instante, olhando, sem pressa de sair.

No fim, deitei ao seu lado, passei o braço por cima dela com cuidado, mantendo uma distância confortável e, sem perceber exatamente quando, acabei dormindo também.

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