Capítulo 4 - Sem mais cálculos

Comecei a explicar a matéria para Andrea e, a cada minuto que passava, eu sentia que ela se aproximava mais. O perfume dela invadiu minhas narinas aos poucos, de um jeito quase calculado. Não demorou muito para que a pele dela encostasse na minha.

Aquele contato sutil foi suficiente para me fazer perder o foco. A pele dela era macia, quente, e eu precisava me esforçar para continuar falando de números enquanto tudo em mim reagia àquela proximidade.

Era óbvio que ela me queria. Ainda assim, eu hesitava. Nunca gostei de interpretar sinais pela metade. Antes de qualquer coisa, eu precisava ter certeza. Eu não era do tipo que avançava só por suposição, por mais difícil que fosse me manter no controle naquele momento.

Quando eu menos esperava, o rosto dela estava perigosamente próximo ao meu. Não houve tempo para pensar muito. Minha mão subiu quase por instinto, envolveu o rosto dela, e eu a beijei. Foi intenso, direto, como se aquele gesto estivesse sendo adiado havia tempo demais. Meu pau já estava bem duro, apertado dentro da minha calça, implorando para sair. Como se estivesse esperando por isso, Andrea o acariciou por cima da minha calça jeans, o que o deixou fazendo ainda mais pressão. 

Para mim, aquilo já era confirmação suficiente. O espaço entre nós era curto demais para continuar fingindo que nada estava acontecendo. Ainda sentados à mesa, me levantei e a puxei com cuidado, querendo prolongar aquele contato e continuar o que tínhamos começado, agora sem mais dúvidas.

Não levou nem um minuto para Andrea  levar as mãos até meu cinto, abrir a minha calça e libertar meu pau, que já estava implorando para sair. Ela envolveu minha espessura em sua mão e começou a acariciar, me deixando ainda mais fora de controle.

Em seguida, se aproximou do meu ouvido, a respiração quente roçando minha pele, e sussurrou:

— Eu posso chupar seu pau até você implorar e gritar meu nome, se você quiser.

— Andrea, eu… é... — tentei dizer, mas as palavras simplesmente não saíam.

 — Shhhhh….  — disse, levando um dedo até meus lábios para me silenciar  — Já faz muito tempo que eu quero isso. Desde que te vi na sala de aula, eu sempre soube que acabaria ajoelhada pra você.

O primeiro contato da boca dela me fez fechar os olhos na hora. Quente, firme, direto. Não tinha insegurança ali. Não tinha dúvida. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

Confesso que foi o boquete mais gostoso da minha vida. Essa garota definitivamente sabia o que estava fazendo. A visão de Andrea me chupando com delicadeza, ajoelhada e olhando pra mim enquanto enterrava meu pau até o fundo da sua garganta, fez o meu corpo soltar ainda mais faíscas de prazer. Eu sabia me controlar muito bem, mas, se ela continuasse com aquilo, eu ia gozar e encher a boca dela de porra como ela nunca viu. 

Ela já tinha percebido que eu não estava conseguindo me segurar, então interrompeu o boquete e se levantou, aproximando o rosto do meu. Eu estava suando horrores, nem parecia que o ar-condicionado estava ligado.

— Nossa, você está suando muito. Acho melhor tirar um pouco dessa roupa, ou vai deixar eu cuidar disso? 

Sem esperar qualquer reação minha, ela deslizou a mão pela minha camisa e a puxou por cima da minha cabeça. O gesto foi firme, decidido. Em seguida, terminou de abrir o que ainda restava entre nós e afastou as peças de roupa uma a uma, até que eu estivesse completamente exposto diante dela.

Não havia mais espaço para hesitação. O ar parecia mais pesado, a respiração mais curta, e eu já não fingia ter controle algum da situação.

Fiquei completamente imóvel enquanto ela começou a se despir também. Primeiro levou as mãos aos botões do vestido jeans, abrindo um por um com calma, sem pressa. Depois deixou o tecido escorregar pelo corpo e o jogou em um canto, revelando uma lingerie vermelha de renda que contrastava com sua pele clara e realçava cada curva.

Eu simplesmente parei. Meus olhos percorriam cada detalhe sem conseguir disfarçar o impacto que ela causava em mim. Ela era simplesmente deslumbrante. Sempre tive uma queda por mulheres de curvas generosas, e Andrea parecia saber exatamente o efeito que provocava.

Ela não demonstrava vergonha alguma. Pelo contrário. Havia segurança no jeito que se mantinha diante de mim, com plena consciência do poder que exercia naquele momento.

Sem nem pensar muito, tirou o sutiã. Seus seios não eram grandes, mas sua pele era bem clara e os mamilos bem rosadinhos. Dava quase para ver a baba escorrendo da minha boca. 

Eu já estava imaginando como seria a boceta dela. Se os mamilos eram rosas, sua parte íntima com certeza estava no mesmo rumo. Perdido em meus pensamentos, eu não notei que meu pau estava escorrendo com o pré-gozo. Caralho, essa garota era gostosa demais. 

Ainda vestida com a calcinha, ela se aproximou de mim. Seus lábios macios encostaram nos meus e nos beijamos intensamente enquanto ela esfregava suas coxas grossas e deliciosas no meu pau, mostrando que estava com tanta vontade quanto eu. Confesso que tive que me segurar para não gozar antes do tempo. 

— Quero chupar você, posso? — falei com um rosnado rouco em seu ouvido.

Ela mordeu os lábios e assentiu, com um olhar carregado de intenção que me fez ficar com ainda mais tesão.

Levei Andrea até o sofá e a deitei de frente pra mim com as pernas abertas. Me abaixei até meu rosto ficar próximo à sua boceta. Afastei a calcinha dela para o lado e, como eu esperava, sua parte íntima era toda rosinha e ela estava estupidamente encharcada. Levei meus dedos até seu clitóris e deslizei bem devagar, causando uma reação instantânea nela.

— Caralho, você tem uma boceta tão linda! — elogiei enquanto esfregava meus dedos na sua intimidade. 

Ela arqueou as costas em resposta aos meus movimentos e deixou escapar um gemido baixo, contido, mas carregado de aprovação.

Fiquei observando cada detalhe da boceta dela, completamente absorto. Quando eu era mais novo, tive uma experiência com uma mulher mais velha que me ensinou algo que nunca esqueci: o centro do prazer feminino era o clitóris, e ele exigia atenção, paciência e dedicação. Se a intenção é levá-la ao ápice, não se trata de pressa, mas de saber exatamente onde e como tocar. É ali que se concentrava o destino para um orgasmo intenso.

Levei a minha boca até seu núcleo. O clitóris dela estava inchado e eu já conseguia sentir o sabor da sua excitação. Deslizei minha língua bem devagar para aquecer e depois comecei a sugar bem, como se eu tivesse chupando um pirulito. Ela começou a tremer e gemer cada vez mais alto. Ela não ia demorar a gozar, mas eu queria prolongar a sensação, então tirei a minha boca e deslizei meus dedos no meio de suas coxas, e me aproximei do seu rosto.

— Ahhh, Dante, que delícia! Você chupa tão gostoso, por que parou?

— Calma, quando eu fizer você gozar, vai ser tão intenso que vai ficar pensando nisso por dias a fio. Agora sente o sabor da sua boceta deliciosa — finalizei, beijando sua boca enquanto continuava esfregando seu grelo. 

Enquanto eu a beijava, ela começou a movimentar os quadris contra o toque das minhas mãos, num ritmo que deixava claro o quanto estava envolvida no que sentia. Cada movimento dela era uma resposta direta aos meus gestos, intensificando a conexão entre nós e tornando o momento ainda mais carregado de tensão e desejo.

Interrompi o beijo, e afundei meu rosto no seu pescoço e senti o perfume dos seus cabelos, que era maravilhoso. Lentamente, introduzi um dedo em sua vagina. Ela estava tão quente por dentro que parecia que estava pegando fogo. O outro dedo foi na sequência encontrando seu ponto G. Esse era outro truque que aprendi: na parte de dentro da vagina, há uma área erógena com cerca de 5 cm de profundidade, com textura mais rugosa ou estriada que é super sensível ao toque e estimulável. 

Enquanto os outros homens se preocupavam em aumentar a lista de mulheres que já comeram, eu estudava com muito afinco a melhor forma de dar prazer a uma mulher. Assim que achei o ponto de prazer dela, comecei a estimular com movimentos de “vem cá” usando meu dedo indicador. Combinado com o movimento de meus dedos, encostei minha boca e comecei a chupar novamente. A cada segundo que passava, ela gemia mais e mais alto. Eu já estava quase gozando só de imaginar o prazer que ela estava sentindo.

— Ahhhhhhhhhhh, Dante, eu vou gozar! Caralhooooo!

Não demorou muito para o orgasmo dela vir. Como resultado, ela teve um squirt. Só senti quando meu rosto ficou totalmente molhado e sua excitação descia pelo meu peito pingando no chão. 

Curvei meus lábios sorrindo de lado, completamente satisfeito com a perda de controle dela. Ela estava ofegante e respirando fundo, completamente absorta em seu próprio prazer. 

Eu sabia que o orgasmo para a mulher era intenso, mas ver acontecendo… era incrível!

— Puta que pariu, Dante! Você é ainda mais delicioso do que eu pensava. É a primeira vez que gozei tanto quanto agora. 

— Você ainda não viu nada! Vai ficar muito melhor quando eu enterrar meu pau completamente nessa boceta linda.

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