11 meses depois
Minhas mãos estavam frias. Não geladas de verdade, mas frias o suficiente para me incomodar toda vez que eu fechava e abria os dedos, tentando disfarçar o nervosismo que insistia em se instalar no meu peito.
Aquilo era quase irritante porque eu não costumava ficar ansioso.
Não antes de provas importantes, não diante de investidores, nem quando a vida decidia virar de cabeça para baixo sem qualquer aviso. Mas, parado no altar, esperando Andrea atravessar aquelas portas, meu cora