O corredor parecia longo demais quando Samanta foi deixada sozinha. O som distante dos monitores cardíacos ecoava como um lembrete cruel de que, naquele exato momento, a vida de Anderson ainda estava por um fio, e ela não podia fazer absolutamente nada.
Encostou a testa na parede fria, fechando os olhos com força.
Respirou.
Uma, duas, três vezes.
O silêncio quase insuportável era algo que a residente reconhecia, como se a situação seguisse um roteiro impecável escrito pelo roteirista mai