Rosa…
Eu não podia acreditar no que Ashton me contara. Queria manifestar-lhe que também nutria sentimentos por ele, mas o medo me dominava e inúmeros “e se” turbilhonavam minha mente; mesmo assim, convidei-o a adentrar, pois, embora estivesse sentado à minha pequena mesa de jantar enquanto eu persistia em trabalhar na minha apresentação. Algo que, convicto, deveria realizar sozinha, mesmo diante da oferta de ajuda dele.
— Não sei quanto a você, mas estou com fome. Vou buscar algo para comermos.