Javier
O quarto do hospital estava mergulhado em silêncio, exceto pelo som constante e rítmico do monitor cardíaco ao lado da cama de Camille. Ela dormia profundamente, o rosto sereno, mas marcado por pequenos hematomas que pareciam ainda mais visíveis sob a luz fria.
Sentado na poltrona ao lado da cama, eu a observava, cada detalhe dela gravado em minha mente. A respiração dela era lenta e estável, o que deveria ser um alívio, mas eu não conseguia afastar a angústia que apertava meu peito.
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