Cap.119
Kellen ficou paralisada, sem reação, os olhos marejados.
— Eu... não foi... não, mamãe...
Mas minha mãe não quis ouvir. Com lágrimas nos olhos, ela se jogou ao meu lado, mas não podia encostar em mim. Ela sabia, ainda mais depois de um tombo tão agressivo; em meio àquele sangue, não havia o que fazer.
— Arthur, por favor! Socorro!
— Kaedra! — A voz do meu pai, Arthur, ecoou pelo corredor enquanto se aproximava correndo. — Não toque nela!
— Ela está sangrando, Arthur! Ela está morrendo!