O nome ficou pendurado no ar como se fosse poeira de explosão: Rosa Jiménez. Camila levou alguns segundos para conseguir respirar de novo depois que Rafael o pronunciou em voz alta. Não era só uma mulher qualquer se aproximando da mãe com um envelope de dinheiro; era a mesma que tinha desaparecido depois da explosão, deixando rastros de sabotagem, morte e dívida.
— Ele tem a gravação? — Camila perguntou, a voz baixa, mas firme.
— Tem — Rafael respondeu. — O Salazar gravou tudo, como combinamos.