A manhã avançava firme sobre a hacienda, espalhando luz pelas paredes claras da casa principal e pelos campos amplos que se estendiam além das cercas antigas. O lugar funcionava com a precisão de sempre, caminhonetes cruzando os caminhos de terra, funcionários atravessando o pátio com ferramentas e papéis de trabalho, cavalos sendo conduzidos para os estábulos enquanto o dia ganhava ritmo. A rotina da propriedade carregava um peso silencioso de tradição e autoridade, e Rafael Villalba observava