A manhã avançava sobre a hacienda Villalba com o ritmo disciplinado que sustentava aquela propriedade havia décadas. Caminhonetes cruzavam os caminhos de terra levantando poeira dourada sob o sol, trabalhadores seguiam em grupos em direção aos campos, e o movimento ao redor dos galpões de armazenamento já revelava o início de mais um dia produtivo. A hacienda funcionava como uma pequena cidade organizada em torno de um único centro de poder, e cada gesto ali parecia responder a uma engrenagem i