A manhã começou comum demais para o que viria depois. Manuela acordou antes do sol nascer, como vinha fazendo nos últimos dias, não porque dormisse pouco, mas porque o sono já não a segurava até tarde. Havia uma inquietação constante no corpo, um alerta que não desligava, como se cada barulho na fazenda fosse um aviso possível. Ela levantou sem fazer ruído, caminhou pelo corredor ainda escuro e entrou no quarto da filha, ajustando a manta sobre o corpo pequeno com um cuidado automático que já n