Luca acordou com o barulho dos caminhões já carregados descendo a estrada de cascalho, o ronco dos motores se misturando ao canto dos pássaros que cortavam o céu do vale. Tomou café rápido na cozinha, entre um comentário de Nazaré sobre o quanto ele “comia pouco para o tamanho” e uma bronca afetuosa porque saía sem chapéu no sol forte, e desceu para o pátio com a sensação de que o dia começava antes mesmo de ele conseguir pensar.
O calor batia no chão de concreto e fazia o ar tremer por cima da