Manuela tentou se convencer de que era só cansaço.
Depois do corre-corre da manhã, do vai e vem de caminhões, da discussão velada com Luca no pátio, ela entrou no prédio administrativo com a prancheta debaixo do braço e os ombros rígidos demais. As paredes claras, as plantas nos cantos, as fotos emolduradas da família Villalba ao longo do corredor pareciam observar cada passo. Ela respirou fundo, contou até quatro, soltou o ar devagar, como aprendera a fazer quando o peito começava a apertar da