O dia mal clareou quando dois seguranças descem até o depósito onde o infiltrado está preso. A cela improvisada fica num cômodo estreito, com grade reforçada e cadeado novo por fora. Um deles leva café, o outro gira a chave reclamando do cheiro de mofo.
A porta cede fácil demais. O cadeado está encaixado, mas não travado. Os dois trocam um olhar; algo está errado. O segurança empurra a grade, dá um passo e congela. O colega quase esbarra nas costas dele antes de ver.
O infiltrado está caído no