Camila percebeu a mudança logo cedo. A Hacienda parecia igual, com cheiro de café e vozes na cozinha, mas os corredores tinham outra respiração. As conversas diminuíram, os passos ficaram rápidos, portas antes abertas agora estavam quase fechadas, e o rádio da segurança estalava num ritmo constante.
No hall, Nazaré estava parada perto da escada, pano na mão, mas não limpava nada. Olhava a porta principal, depois o corredor dos quartos, como quem mede distâncias. Camila não perguntou. Só entende