O dia parecia mais calmo, mas era engano. A casa continuava carregada, só que o barulho tinha se recolhido para dentro das salas de reunião. No café, Camila ouviu Ingrid falar da vila e de um remédio que precisava buscar na farmácia, e sentiu um incômodo simples: fazia dias que não via nada além de paredes, pátio e a porta fechada do escritório de Rafael.
Ingrid a encarou por cima da xícara.
— Eu vou à vila daqui a pouco — avisou. — Se quiser sair um pouco, vem comigo. A babá fica com o pequeno