Camila ajeitou o travesseiro nas costas e tentou encontrar uma posição que não puxasse tanto os pontos. O quarto estava em meia-luz, cortinas fechadas pela metade, abajur aceso. O bebê dormia no berço ao lado, com o rosto meio escondido pelo tecido fino.
Ingrid entrou sem bater, como sempre fazia desde o parto, carregando uma bandeja.
— Hora de comer de novo.
— Vai virar tortura tudo que vem em bandeja — Camila resmungou, mas pegou a colher. — Alguma notícia do Rafael?
— Ele ainda está na deleg