Ingrid bateu na porta duas vezes antes de entrar, com uma maleta pequena.
— Pronta? — perguntou, olhando de Camila para Rafael.
Camila estava na poltrona perto da janela, manta sobre as pernas, barriga marcada sob a camiseta larga.
— Pronta eu não estou — respondeu. — Mas vamos fazer antes que eu mude de ideia.
Rafael, encostado na parede, aproximou-se e pousou a mão no ombro dela.
— Qualquer coisa, a gente para. Isso é para te proteger, não para te massacrar.
— Se eu não aguentar falar do meu