PENÉLOPE VERONESI
O automóvel finalmente parou, e eu senti um frio intenso percorrer minha espinha. Os vidros escurecidos me impediam de ver o que estava lá fora, mas eu sabia que nada de bom me esperava. O silêncio dentro do carro era opressor, como se o próprio veículo estivesse tentando me avisar do perigo que estava por vir.
Salvatore saiu primeiro, e eu o ouvi dando ordens, mas não conseguia entender claramente o que ele dizia. De repente, a porta ao meu lado foi aberta, e um homem grande