A manhã seguinte amanheceu silenciosa na mansão Miller. Elizabeth observava Bridget do alto da sacada, enquanto a jovem, em silêncio, cuidava das flores do jardim, como se aquele momento com a natureza fosse sua forma de encontrar paz.
Elizabeth desceu e se aproximou.
— Você sempre gostou de flores? — perguntou gentilmente, sentando-se no banco de pedra ao lado.
— Sempre. — Bridget respondeu sem tirar os olhos das tulipas. — Elas não julgam, não mudam de opinião de uma hora pra outra... só