A noite caiu silenciosa, mas o coração de Andrew batia com fúria contida. Cada detalhe, cada suspeita, cada memória embaralhada parecia apontar para algo que ele se recusara a ver: havia uma armadilha ao seu redor. E tudo começava com Laura.
Ao chegar à clínica, ele foi direto ao quarto dela. A enfermeira tentou intervir, mas Andrew apenas disse, firme:
— Eu só preciso de cinco minutos.
Laura estava sentada na poltrona, com um livro no colo, mas o olhar perdido. Quando viu Andrew entrar, forçou