A noite desceu sobre a mansão Millers com um silêncio desconfortável. Bridget continuava no quarto de hóspedes, sentada na beirada da cama, olhando fixamente para o braço onde os dedos de Andrew haviam deixado uma leve marca avermelhada. Mais do que a dor física, era o peso do desprezo que a sufocava.
Ela respirou fundo. As palavras dele ainda ecoavam na sua mente: “A mulher que eu amo é a Laura. Você não é bem-vinda.”
Ela pensou em voltar. Em arrumar suas coisas e sair naquela mesma noite. Mas