— Natalia... Pressionei as pontas dos meus dedos contra a pele da sua cintura.
Natalia se mexeu e eu me sentei em uma das minhas pernas. Ficamos de frente uma para a outra, ambos respirando pesadamente. Nat segurou o meu rosto entre as mãos, o nariz percorrendo as minhas bochechas, as minhas orelhas, o meu maxilar, enquanto as minhas mãos esculpiam as curvas delicadas do seu corpo.
— Não quero ser o arrependimento de ninguém. Ela sussurrou contra os meus lábios.
— Só mais um minuto. Implorei, s