CARTER
Eu ainda não conseguia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo. Natalia estava quase em cima de mim, com os dedos entrelaçados no meu ombro. Agarrei o volante com força, lembrando-me de como a sua boceta assassina sufocava o meu pau, que implorava para estar dentro dela novamente.
As minhas mãos apertaram o volante, reunindo todo o autocontrole necessário para não encostar e foder com ela de novo carro.
— O que houve? Ela me perguntou suavemente, usando aquele tom doce de sempr