— Gabriel... Gabriel! — Ouço a voz do meu pai estridente em meu ouvido, e acabo voltando a realidade.
— Oi, pai... caramba! — levo a mão ao peito, onde meu coração está disparado. — Quer me matar do coração?
— Se você não estivesse em outro planeta enquanto falo contigo não precisaria disso.
— Eu não estou bem, pai. Preciso tomar um remédio pra dor de cabeça.
— Não, você não está doente, não está com dor de cabeça. A sua doença se chama Luma, aquela puta!
— Não fale assim dela, pai. Ela me trai