174. TERRÍVEL VERDADE
LUCERO:
Enquanto me explicava tudo o que tinham feito o seu melhor amigo, o doutor Rossi, e o seu filho o doutor Salvatore, a quem me apresentou como um dos meus primos, prometia-me que nunca mais teria de passar pelo que tinha vivido. Abria-me as portas a um mundo cheio de possibilidades, a um futuro que nem nos meus sonhos mais audazes tinha chegado a imaginar.
—Perdão, papá, perdoa-me... —murmurei quando me tirou a máscara de oxigénio—. Perdoa-me por acreditar tudo o que me disseram de ti.
—