132. CONTINUAÇÃO
Tinha razão, eu era sua. A minha mente cambaleava nos seus alicerces, esforçava-me por processar a magnitude do que Alonso tinha feito por mim. A cifra no recibo era... Olhava-a incrédula, a ideia de que alguém pudesse valorizar-me tanto como para arriscar uma fortuna no meu resgate era avassaladora.
Alonso e eu éramos dois desconhecidos que tínhamos partilhado momentos de intensa intimidade, mas que ainda tínhamos muito por descobrir um do outro. A transação que tinha impedido que a minha vid