130. CONTINUAÇÃO
Deteve-se e olhou-me só por um momento como se esperasse a minha rendição, a minha aceitação a essa sentença. Disse que sim com a minha cabeça e deixei-me beijar. Era sua, sabia que era o seu objeto de desejo que tinha dançado nos confins dos seus sonhos mais audazes, agora tinha-me ali, palpável, real como o bater no seu peito.
—Está bem, sou tua —disse vendo como sorria. —Aceito-o, compraste-me.
Embora ainda não soubesse ainda o alcance do que ele tinha feito para me comprar naquele leilão, a