128. CONTINUAÇÃO
Alonso olhou-me de volta, os seus olhos refletindo uma sinceridade inabalável. Beijou as minhas mãos suavemente, negando com a cabeça, e depois abriu a sua carteira para me mostrar uma foto desgastada pelo tempo. Era uma imagem sua, mais jovem, com um sorriso orgulhoso enquanto segurava as chaves do edifício. Não era apenas a penthouse do último piso que tinha adquirido; era todo o edifício. Só a mim me tinha vendido um apartamento, e agora revelava-me o porquê.
—A primeira vez que te vi foi nu