129. INSEGURANÇAS
Alonso ficou em silêncio, observando como me afastava com passo decidido até alcançar Diletta e Nectáreo que nos tinham deixado sozinhos. O meu irmão ao sentir-me colada ao seu braço, passou-me um braço pelos meus ombros feliz de nos levar às duas. Mas ao ver que Alonso não nos seguia e me olhava detido no mesmo sítio, detive-me na porta, sentindo o peso da realidade.
Apesar da indignação e do desejo de independência que ardia no meu peito, havia algo nele, algo escuro e poderoso, que me atraía