115. A ENCONTRAMOS
Me envolvi precipitadamente em uma toalha e saí para o corredor, buscando intimidade para a conversa que não queria que Celia ouvisse. Com certeza, o que Fabrizio tinha a me dizer era grave para chamar a essa hora da noite.
—A encontramos —foi a única coisa que ele disse inicialmente, e eu fiquei tentando assimilar suas palavras—. A Diletta, a encontramos.
—Sério? Ela está viva? Onde estava? —interroguei enquanto caminhava em direção à sala, onde Nectáreo me observava através da neblina de seu