Arthur e eu continuamos sentados debaixo da árvore. O sol está alto, quente.
A sombra já não refresca como antes.
Por um instante, esqueço-me de tudo.
Arthur move-se. Endireita o corpo, levanta-se, e isso deixa-me de imediato em alerta. O meu coração acelera com o medo que ele vá embora.
— Continuemos o passeio — diz, num tom calmo. — Está demasiado calor para ficarmos aqui.
Sinto novamente os seus braços quando me pega ao colo, o corpo dele é quente. Retomamos o caminho.
Passamos pe