Demir saiu do elevador e deu de cara com Aisha, de braços cruzados e muito nervosa.
— Aisha? — Ele se aproximou. — Por que você está aqui no corredor como se tivesse sido despejada?
Ela apontou para a porta, indignada. — Fala com os dois loucos que estão aí dentro. — Resmungou. — Não me deixaram entrar. Disseram que o senhor havia deixado bem claro: ninguém abriria para ninguém.
Demir franziu a testa. — Eu mandei?
— Segundo eles… — Aisha cruzou os braços. — Você mandou e ainda foi “misteriosame