A Filha do CEO (Cap. 216)
Maria Fernanda Fagundes Lancaster
O som distante de máquinas e vozes ao fundo foi o primeiro sinal de que eu não estava mais no galpão. Minhas pálpebras pesavam, mas, com esforço, consegui abrir os olhos, piscando contra a luz suave que iluminava o quarto. O cheiro estéril de hospital me atingiu, trazendo uma sensação de alívio misturada com cansaço. Eu estava viva. Segura.
Ainda um pouco confusa, tentei me mexer, mas uma dor aguda percorreu meu corpo, especialmente na perna e no rosto. Solt