Max Fos
Enquanto discutíamos os detalhes da campanha, eu não conseguia tirar os olhos de Priscila. Cada movimento, cada sorriso, cada gesto dela me afetava mais do que eu gostaria de admitir. A possibilidade de Nina ser minha filha me atormentava a cada instante, mas eu precisava de provas. Não podia simplesmente perguntar a Priscila sem ter certeza.
Durante um intervalo, aproximei-me de Priscila, que revisava fotos no notebook.
— Está indo bem? — perguntei, sentando ao seu lado.
— Sim, estamos