Priscila Barcella
A cada minuto naquele lugar, minha ansiedade aumentava, e o medo de Íris correr algum perigo só intensificava minha preocupação.
Enquanto nos aproximávamos do segundo corredor, escutamos a voz de Íris clamando para ser deixada em paz.
— Não encoste em mim! Eu quero ir para casa — sua voz ecoava, cheia de terror, fazendo com que minha adrenalina atingisse o pico. Não hesitamos em arrombar a porta imediatamente.
O garoto devia ter uns vinte e três anos, estava apenas de cueca e