Isabela Barcella (Belinha)
Eu estava sentada na cama da mamãe, abraçada com força à minha boneca e à blusa dela. O cheirinho ainda era dela, como se estivesse ali pertinho, me envolvendo num abraço invisível. Fechei os olhos, tentando fingir que era verdade… mas o coração apertava tanto que doía até respirar.
O Ítalo entrou bem devagar, como se já soubesse que tristeza morava ali naquele quarto, e sentou do meu lado, sem dizer nada no começo. Só ficou comigo em silêncio.
— Que carinha é essa, B