O coração de Dandara batia tão forte…
que parecia ecoar pela farmácia inteira.
As mãos suadas.
A respiração está descompassada.
Ela não tirava os olhos da porta de vidro.
O carro ainda estava lá.
Imóvel.
Esperando.
— Calma… ele não pode fazer nada… — sussurrou pra si mesma.
Mas nem ela acreditou nisso.
E então…
a porta abriu.
O som do sino ecoou.
E o mundo dela…
parou.
Heitor.
Ali.
Entrando como se tivesse todo o direito.
O olhar direto nela.
Frio.
Calculado.
Dandara deu um passo para trás.
O c