Algumas semanas haviam se passado.
A felicidade parecia ter encontrado um lugar definitivo entre aquelas famílias.
Bernardo e Dandara viviam a rotina deliciosa com Laura e Benjamin.
Maria Clara e Guilherme começavam a escrever sua própria história.
E, discretamente, Théo carregava um segredo.
No bolso interno do paletó havia uma pequena caixa de veludo.
Há dias.
Esperando o momento perfeito.
Naquela manhã, Augusto entrou no escritório e encontrou Théo olhando distraído para a caixinha.